Rota já matou quatro suspeitos após tenente da tropa sofrer atentado em SP!
Policiais militares da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) já mataram quatro suspeitos em supostos confrontos desde que o tenente da corporação, Ronickson Pimentel dos Santos, foi baleado em um atentado atribuído ao crime organizado no último sabado (27), em São Caetano do Sul (SP). O primeiro caso ocorreu às 3h40 do dia 29, no Jardim São Gonçalo, na zona leste de São Paulo. Policiais da Rota afirmaram ter ido ao local para apurar uma denúncia sobre um homem envolvido no ataque contra Pimentel. Segundo os agentes, ao chegarem à Estrada Aricanduva, altura do número 600, foram recebidos a tiros por um suspeito. Os militares disseram ter reagido e informaram que o homem morreu no local. A área é uma via sem pavimentação, guias ou sarjetas e não possui iluminação pública. O caso é investigado pelo DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa). A segunda morte foi registrada às 17h50 do mesmo dia, na Vila Galvão, em Guarulhos. Uma equipe da Rota informou que estava à procura de um homem identificado como Wladimir, apontado como suspeito de participação no atentado contra o tenente Pimentel. De acordo com a versão apresentada pelos policiais, o suspeito estaria em um Fox preto. Os agentes afirmaram ter localizado o veículo na Praça Jair Gonçalo de Vasconcelos e que, durante a abordagem, o homem fez menção de atirar, mas não efetuou disparos. Ele foi atingido por quatro tiros de fuzil e dois de pistola calibre .40 e morreu no local. Segundo o registro policial, um dos disparos atingiu a boca do suspeito e outros quatro acertaram o tórax. Os policiais relataram ainda que apreenderam com ele uma pistola Glock calibre 9 mm, com numeração raspada e carregada com 15 cartuchos intactos. Morto pelos PMs era universitário all Baixe Agora 2 Assine A terceira morte ocorreu no dia 1º deste mês, na área do Jardim Lajeado, zona leste paulistana. Os militares da Rota contaram que foram até a Vila Nancy procurar um indivíduo de apelido Paris, envolvido no atentado contra Pimentel, que estaria circulando na região em um Gol branco. Na rua Gonçalves de Oliveira, altura do número 184, os PMs se depararam com o veículo. O ocupante —na versão dos PMs— teria apontado uma arma em direção a equipe. O motorista foi identificado como Gustavo Trajano Parimoski, 30 anos. Ele levou três tiros de fuzil e dois de pistola, todos disparados pelos PMs. Os militares afirmaram que o rapaz portava uma pistola 380 mm, com numeração raspada e, atirou contra a guarnição, morrendo no revide. O DHPP investiga mais esse caso. Familiares de Parimoski procuraram o DHPP e relataram que ele fazia faculdade, não tinha boletim de ocorrência contra ele e sequer perda de documentos. Policiais civis disseram à reportagem, na condição de anonimato, que as informações da família procedem. A quarta morte envolvendo homens da Rota aconteceu hoje, em Peruíbe. Os militares afirmaram que foram até o Litoral Sul tentar prender um indivíduo de apelido Galego, envolvido no ataque a Pimentel. O suspeito estaria na posse de um Santana. O veículo foi abordado na Rua Cuiabá e, durante a tentativa de abordagem, houve confronto. Elenilson Misael da Silva, 47, 0 Galego, era o motorista. Ele foi baleado e morreu em uma unidade de saúde de Peruíbe. Os militares disseram que ele portava uma pistola 380. O homem morto não tinha antecedentes criminais. A reportagem apurou com um Policial Civil que, nas investigações do DHPP sobre o atentado ao tenente Pimentel, não existe nenhum suspeito com o apelido de Galego. Nas quatro mortes envolvendo os PMs da Rota, nenhum militar ficou ferido. Fonte: uol
UTILIDADE PÚBLICA
Val Bernardo - W1 Goiás
7/4/20261 min read


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